Ontem, no grupo de estudos da LAHFE (Liga Acadêmica de Horizontes Fenomenológico-existenciais), que eu coordeno dentro da UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais), tivemos uma ótima discussão sobre o conto “A Hora e Vez de Augusto Matraga”, de Guimarães Rosa, e eu gostaria de compartilhar com vocês algumas de nossas reflexões. O conto aparece … Continue lendo O CAMINHO ONTOLÓGICO DE AUGUSTO MATRAGA: NÃO REDENÇÃO, VAZIO E MASCULINIDADE
DE TÉDIO NÃO SE MORRE E ATÉ SE VIVE.
Quando a gente fala em tédio, normalmente vem aquela ideia meio banal: estar sem nada pra fazer, entediado, esperando o tempo passar. Mas, se a gente olha para isso com mais cuidado — como faz a fenomenologia — o tédio ganha uma espessura bem mais interessante. Ele deixa de ser só um incômodo e passa … Continue lendo DE TÉDIO NÃO SE MORRE E ATÉ SE VIVE.
AO TERAPEUTA, PACIÊNCIA E PERSISTÊNCIA. NO MÍNIMO!
Então... Estávamos falando da necessidade de um terapeuta paciencioso e persistente, que encare combater com o paciente o ideal da produtividade pra colocar na vida presente o sentido das coisas. E acho mesmo que isso exige do terapeuta paciência e persistência por um motivo simples: estamos nós também, os profissionais, capturados pelo modelo da produtividade. … Continue lendo AO TERAPEUTA, PACIÊNCIA E PERSISTÊNCIA. NO MÍNIMO!